MUDANÇAS SÃO SEMPRE LOUVAVEL ...
P/ Juvenil Coelho Indiscutivelmente, MUDAR tornou-se um dos mais consistentes atributos da vida moderna; no dia a dia, nosso corpo e até nossa alma, nos requerem incisivamente, sublinhares mudanças. As quais nem sempre estamos propensos a aceitá-las, naturalmente. Mesmo a partir dos nossos primeiros dias de vida, já nos defrontamos com obstáculos que nos exigem renuncias, ou acabam gerando turbulências familiares e por vezes atritos em nosso relacionamento, na nossa curta caminhada terrena. O que nos remete sempre, a buscarmos alternativas que nos permitam mudanças. Algumas delas, quando ainda crianças, são impostas pelas necessidades básicas, horas provocadas pelas condições climáticas, outrora por obra do meio em que povoamos e outras tantas situações a que estamos inclinados. Obrigados que sempre somos a cumprir ordens e costumes, também a obedecer regras preestabelecidas, de convivência e adaptação aqueles que nos assistem e nos doutrinam. Como vimos os desafios nos são imputados logo nos primeiros passos, criando barreiras e regimes indesejáveis. Que em vias de regra possam até moldar nosso comportamento, mas não envidam soluções. Quantas vezes na infância fomos impedidos de sorrir de gritar de chorar e até de comer aquilo que mais gostaríamos de degustar ou mesmo de vestir a roupa que melhor nos convém. Assim mudar passa a ser lei, nos restando a insólita escolha de nos rebelarmos. Na continuidade, com o advento da formação molecular, membros, órgãos em desenvolvimento, músculos e a mente em perfeita profusão, a ânsia de mudança passa a ser inimaginável. O bom disto é que quando menos se espera já estamos falando grosso e “por conseguinte”, flertando as filhas do vizinho. Não muito diferente as mocinhas se despertam também, nas suas devidas peculiaridades sentimentais, não ficando para traz. Ou seja, dai pra frente as mudanças ocorrem com redobradas frequência, no âmbito comportamental. Há de se lamentar que tradicionalmente é nesta fase que muitos jovens infelizmente acordam também para o lado ruim da vida, incitados que são pelos vícios e orgias, levados ainda pelas coisas fáceis e litigiosas. Muitas das vezes inspirados na vaidade, na soberba, nas coisas mundanas acabam se pervertendo, em síntese mudando para pior. Alguns chegando ao lamaçal da promiscuidade. Mesmo assim, como experiência negativa, fica a lição de vida, que também requer mudanças. Que acabam se firmando como exemplos. Inegável é, que o ser humano sóbrio e lúcido não possa se caracterizar por suas tentativas de mudanças, pois que só erra quem tenta e não há vitória sem embates Também sem medo de errar, diríamos que o verbo, transitivo direto MUDAR, nunca foi tão conjugado, em números e graus como neste momento de exausta crise epidemiológica, com alta repercussão na economia mundial, isto é fato incontestável. Ou seja, tudo que se fala hoje em referencia a crise evidencia mudanças. Existe uma sede incomensurável de se sair do penhasco deste vírus e a ciência já comprovou que somente com mudanças e esforços radicais podemos nos livrar desta panaceia viral. Mesmo os mais incrédulos e céticos já estão a se perguntar o que fazer pra mudar, ou mesmo mudar para onde? ...Evidentemente que não estamos aqui a querer ilustrar a quem troca de camisa a cada momento, nem muito menos propalar sobre as nuvens passageiras que permeiam o universo, mas enfim de coisas solidas e concretas. Desta forma que não podemos perder de vista o que a sabedoria imputa como mais propicio à efetivação de mudanças de vida:O aprendizado, a generosidade, a alto decisão, bons hábitos e a disciplina. No entanto há quem defenda outras teses. A exemplo de meu querido pai carnal, Arlindo Coelho, que já descansa na eternidade, sempre me ensinou como fundamento maior,” ter vergonha na cara.” O certo é que este termo substantivado, que define mudanças, é de uma complexidade sem fim. Tanto o é que significa ao mesmo tempo. RENOVAR, REMOVER, ALTERAR, SUBSTITUIR, DIRECIONAR, JOGAR, ARRISCAR, TROCAR, TRANSFORMAR, E ATE FUGIR DAS TENTACÕES DEMONIACAS. Indo mais além neste meticuloso questionamento, nossos sábios historiadores, na grande maioria não descartam que é pela necessidade ou pela dor ou por amor que ocorrem a maioria das transformações no campo social. Enquanto que a religiosidade e os laços familiares só nos incitam. Numa outra dimensão de natureza espiritual temos que dar ouvidos ao nosso intercessor maior, JESUS CRISTO, que asseverou, pra mudarmos, temos que nascer de novo. Esta assertiva é bíblica. O autor e Analista politico e ministro evangélico.

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