AÚDIO - Câmara desobedece Fúria e Prefeito ameaça recolher máquina e fechar unidades de saúde

Fúria manda guardar máquinas da agricultura, obras e promete suspender atendimento do hospital PAM e Pronto Socorro Infantil e tenta colocar culpa nos Vereadores de Cacoal! Ouça o áudio!
Rondônia - No início da legislatura, em 2021, foi criado um grupo de WhatsApp, que reunia autoridades da Câmara Municipal de Cacoal, e do Poder Executivo. Eram 14 pessoas. Os 12 vereadores, o prefeito e o vice-prefeito.
Depois de alguns vazamentos de informações estratégicas por algum membro do grupo, o chefe do executivo, Adailton Fúria, abriu, ele mesmo, um outro grupo, denominado LEGISLATIVO FORTE, que tem ele como administrador, e como membros, os então 8 vereadores da base de apoio na Câmara, além do vice-prefeito.
Deste segundo grupo, 2 vereadores já se retiraram, e permanecem apenas 6.
Foi neste último grupo comandado e administrado pelo prefeito, que o alcaide enviou um áudio em que demonstra muita irritação com os vereadores, em razão de os mesmos ainda não terem deliberado sobre um pedido de abertura de crédito suplementar, no valor de 18 milhões de reais, que o prefeito diz ser para investimentos em saúde.
O projeto de dotação orçamentária teria sido enviado à Câmara Municipal após o período de recesso, que ocorre em todo mês de julho, e a mesa diretora da casa estaria analisando as razões pelas quais o prefeito necessita realmente destes valores.
Irritado com a demora, o prefeito inicia o áudio pedindo que os vereadores não fiquem com raiva, mas que ele irá recolher as máquinas do município, que prestam serviços à população, inclusive para a realização do programa Porteira Adentro, caso os vereadores não aprovem o projeto no prazo que o prefeito deseja.
O Prefeito também ameaçou fechar pelo menos duas unidades de saúde se não tiver seus desejos atendidos no prazo.
Em contato com a Câmara de Cacoal, recebemos a informação de que nenhum projeto de autoria do Poder Executivo para o setor rural chegou ao legislativo
Com relação ao setor de saúde, os projetos foram encaminhados pelo prefeito no mesmo dia em que gravou o áudio fazendo as ameaças.
Segundo fontes da casa legislativa nem a Secretária de Saúde nem o Conselho Municipal de Saúde tinham conhecimento desta suplementação de 18 milhões.
Um membro do Conselho de Saúde do Município, informou, sob a condição de anonimato, que o prefeito tem atropelado o CMS e que tenta fazer tudo ao seu modo, como se fosse mesmo um coronel. “Durante a campanha, o prefeito dizia que não precisava de projetos para tocar a cidade. Agora atropela tudo como se fosse sua casa”, lembrou o conselheiro. Membros do CMS de Cacoal também informaram que o prefeito sequer cadastrou as unidades de saúde do município para receberem recursos estaduais ou federais, situação que é calamitosa.
Até o momento não foi possível saber se os vereadores da base irão obedecer o prefeito e votar imediatamente, ou se vão analisar e discutir o assunto serenamente.
Depois de alguns vazamentos de informações estratégicas por algum membro do grupo, o chefe do executivo, Adailton Fúria, abriu, ele mesmo, um outro grupo, denominado LEGISLATIVO FORTE, que tem ele como administrador, e como membros, os então 8 vereadores da base de apoio na Câmara, além do vice-prefeito.
Deste segundo grupo, 2 vereadores já se retiraram, e permanecem apenas 6.
Foi neste último grupo comandado e administrado pelo prefeito, que o alcaide enviou um áudio em que demonstra muita irritação com os vereadores, em razão de os mesmos ainda não terem deliberado sobre um pedido de abertura de crédito suplementar, no valor de 18 milhões de reais, que o prefeito diz ser para investimentos em saúde.
O projeto de dotação orçamentária teria sido enviado à Câmara Municipal após o período de recesso, que ocorre em todo mês de julho, e a mesa diretora da casa estaria analisando as razões pelas quais o prefeito necessita realmente destes valores.
Irritado com a demora, o prefeito inicia o áudio pedindo que os vereadores não fiquem com raiva, mas que ele irá recolher as máquinas do município, que prestam serviços à população, inclusive para a realização do programa Porteira Adentro, caso os vereadores não aprovem o projeto no prazo que o prefeito deseja.
O Prefeito também ameaçou fechar pelo menos duas unidades de saúde se não tiver seus desejos atendidos no prazo.
Em contato com a Câmara de Cacoal, recebemos a informação de que nenhum projeto de autoria do Poder Executivo para o setor rural chegou ao legislativo
Com relação ao setor de saúde, os projetos foram encaminhados pelo prefeito no mesmo dia em que gravou o áudio fazendo as ameaças.
Segundo fontes da casa legislativa nem a Secretária de Saúde nem o Conselho Municipal de Saúde tinham conhecimento desta suplementação de 18 milhões.
Um membro do Conselho de Saúde do Município, informou, sob a condição de anonimato, que o prefeito tem atropelado o CMS e que tenta fazer tudo ao seu modo, como se fosse mesmo um coronel. “Durante a campanha, o prefeito dizia que não precisava de projetos para tocar a cidade. Agora atropela tudo como se fosse sua casa”, lembrou o conselheiro. Membros do CMS de Cacoal também informaram que o prefeito sequer cadastrou as unidades de saúde do município para receberem recursos estaduais ou federais, situação que é calamitosa.
Até o momento não foi possível saber se os vereadores da base irão obedecer o prefeito e votar imediatamente, ou se vão analisar e discutir o assunto serenamente.
Fonte: Estado de Rondônia

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